Não me apetece ser pobre

Desde que frequentei o programa de Business Mentoring da Women Win Win que tenho reuniões mensais com os meus vários departamentos: comunicação, produção, criativo, financeiro, comercial e com a presidência.
Eu sou eles todos. Em cada reunião inicia-se um diálogo fictício.

De um lado o CEO, eu, do outro lado o comercial, eu. O comercial apresenta o trabalho feito e o retorno. Por vezes, chama-se o criativo para ajudar o comercial a ser mais inovador na angariação de clientes.

 

Não sou bipolar e nem engraçadinha. Só não me apetece ser pobre apenas porque sou artista e portuguesa a viver em Portugal.
É uma combinação explosiva, mas em miúda também queria ser jornalista de guerra.
Logo, estou no caminho certo.

 

Ontem o meu departamento de Social Media voltou a insistir na utilização de retratos meus para promover o trabalho.Pensei despedi-los, sempre a insistirem nisso.
Até que o meu CEO, eu, chamou-me à parte e disse:
"Há que ter flexibilidade suficiente para acompanhar as tendências actuais."
Yes, Dame!

 

Foi o meu copy, eu, que escreveu este texto.